-Nem comecei a pensar o que escrever e já me peguei bufando, reclamando-
Ando tão cansada da minha vida, de escutar as mesmas coisas, dessa rotina medílcre, de mim.. Quero mudar, mas não consigo. Não sei. Parece que algo me prende e me faz permanecer inerte. Nem pedindo ajuda Divina...
Vontade de ficar o dia inteiro no quarto e chorar 25h por dia, talvez ajude!
Sei lá. Só estou triste!
Só não queria acordar dos meus sonhos, eles são bem melhores.
Pisciana nata, o prazer é seu.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Desabafo.
Fiquei olhando pra tela uns 5 segundo antes de começar a escrever, pensando se devia fazê-lo. Mas quer saber? Escrever me liberta. Não vejo mal algum nisso. Então, vamos lá.
Há uma semana, mais ou menos, venho lendo coisas que não me agradam nem um pouquinho. Talvez, seja falha minha. Talvez, exagero oposto. Não sei.
Somos tão diferentes, mas nos completamos tanto que ouvir essas coisas têm me deixado bem triste, na verdade. Eu tenho dado o melhor de mim, feito o melhor que posso, mesmo que desse meu jeito desajeitado e não tem sido o suficiente.
Ora me pego desacreditada disso tudo, puta da vida; ora me sinto triste.
Se saiu de vossa boca que sabeis que dei meu máximo, por que tudo isso?
Bleh!
Há uma semana, mais ou menos, venho lendo coisas que não me agradam nem um pouquinho. Talvez, seja falha minha. Talvez, exagero oposto. Não sei.
Somos tão diferentes, mas nos completamos tanto que ouvir essas coisas têm me deixado bem triste, na verdade. Eu tenho dado o melhor de mim, feito o melhor que posso, mesmo que desse meu jeito desajeitado e não tem sido o suficiente.
Ora me pego desacreditada disso tudo, puta da vida; ora me sinto triste.
Se saiu de vossa boca que sabeis que dei meu máximo, por que tudo isso?
Bleh!
domingo, 6 de novembro de 2011
Enquanto você está vivendo a sua vida e se desapegando do celular, deixando-o em casa e seguindo em frente, eu estou aqui.
Eu ainda estou aqui, eu ainda estou vivendo a nossa vida e continuo, desesperadamente, esperando que meu celular vibre.
Eu ainda estou aqui. Eu ainda estou vivendo a nossa vida.
Eu ainda estou aqui, eu ainda estou vivendo a nossa vida e continuo, desesperadamente, esperando que meu celular vibre.
Eu ainda estou aqui. Eu ainda estou vivendo a nossa vida.
sábado, 5 de novembro de 2011
Pretérito perfeito.
Meu Deus do céu, como dói falar da gente no passado.
Ainda que fomos pretérito perfeito, como dói falar da gente no passado.
Ainda que fomos pretérito perfeito, como dói falar da gente no passado.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
'E também tenho medo de tornar-me adulta demais'
“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”
Clarice Lispector.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”
Clarice Lispector.
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