segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Vai e vem. Vem e vai.

E vem, e vai.
E quando vem, fica por pouco tempo.
E quando vai, demora a voltar.
E quando vem, é saudoso, é gostoso, é doído.
E quando vai, é silêncio.
E quando vem, é um pouco triste.
E quando vai, é um pouco triste também.
Embora eu não seja muito de carícias, de amores, de cheiros,
tenho respeito por mim e pelos meus sentimentos.
Esse ciclo vicioso já não me apetece mais. Ou vai, ou vem.

sábado, 7 de agosto de 2010

É, tô crescendo.

Sério, o peso da responsabilidade está começando a pesar em cima das costas da anã -que descobri que sou-, que vos fala. Sabe aquele medo de fracassar, de não conseguir ser alguém na vida? Está batendo forte, como a força de uma pedra que se joga contra a parede. Meio dramático, né? Mas é verdade, confesso! Quando a gente está na escola, no ensino fundamental, o que mais queremos é chegar logo ao ginásio, ao 2º grau. E quando finalmente chega-se lá, o que mais desejamos é terminar o ensino médio. Mas, pelo menos pra mim, no final do 3º ano, eu já comecei a entrar em crise existencial. Não sabia o que iria fazer depois dali, fiquei insegura com a responsabilidade que me esperava. E se pudesse fazer um pedido naquela hora, seria a de voltar a ser criança. Porque a nossa responsabilidade é, só e exclusivamente, aquela, a escola. Aprender, estudar e passar de ano. Coisas ali aprendidas que você leva pro resto da vida. Fora os amigos feitos, os professores que criamos maior afinidade. A saudade vem com tudo, fala sério? E eu sei, que como todas as outras, essa é só mais uma fase pela qual vou passar. É o ciclo da vida, e quem sou eu pra contrariar, néam? Bola pra frente que atrás vem gente, vem muita gente!