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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O prazer do reconhecimento.

Ontem, aconteceu uma daquelas coisas que a gente espera muito, sem esperar na verdade, sabe? Eu sempre espero que coisas boas aconteçam pra mim, uma em específico, mas espero como um sonho, não achando que realmente vai acontecer. Dá pra entender?
Ano passado, eu fiz uma das coisas mais importantes pra mim. Dei o pontapé inicial pra realização de um sonho e, ontem, tive o reconhecimento por isso. TEM NOÇÃO? E apesar de não ter podido aceitá-lo, o que me fez ir do céu ao inferno em questão de segundos, eu fiquei muito feliz e com um resquício de orgulho,  senti que estou no caminho certo e que o talento que achava que tinha, não é achismo, é fato. Mas, lógico, que estou levando tudo isso com os pés no chão. Nada de ficar deslumbrada, vou continuar correndo atrás, fazendo cursos, sonhando até realizá-lo. E só vou parar de tentar, quando isso acontecer.

Eu fiquei triste pra caralho por não poder aceitar o convite. PRA CARALHO. -foda-se o palavreado, não há outra maneira de me expressar e a porra do blog é meu- Mas não tinha como. Tenho responsabilidades e não posso ser egoísta, jogar tudo pro alto e deixar minha mãe na mão, jamais.  Fico chateada, queria me partir em duas pra poder fazer tudo, mas tudo bem. Outras oportunidades virão, tenho fé. E vou correr atrás pra que isso aconteça. Ah! se vou.

sábado, 7 de agosto de 2010

É, tô crescendo.

Sério, o peso da responsabilidade está começando a pesar em cima das costas da anã -que descobri que sou-, que vos fala. Sabe aquele medo de fracassar, de não conseguir ser alguém na vida? Está batendo forte, como a força de uma pedra que se joga contra a parede. Meio dramático, né? Mas é verdade, confesso! Quando a gente está na escola, no ensino fundamental, o que mais queremos é chegar logo ao ginásio, ao 2º grau. E quando finalmente chega-se lá, o que mais desejamos é terminar o ensino médio. Mas, pelo menos pra mim, no final do 3º ano, eu já comecei a entrar em crise existencial. Não sabia o que iria fazer depois dali, fiquei insegura com a responsabilidade que me esperava. E se pudesse fazer um pedido naquela hora, seria a de voltar a ser criança. Porque a nossa responsabilidade é, só e exclusivamente, aquela, a escola. Aprender, estudar e passar de ano. Coisas ali aprendidas que você leva pro resto da vida. Fora os amigos feitos, os professores que criamos maior afinidade. A saudade vem com tudo, fala sério? E eu sei, que como todas as outras, essa é só mais uma fase pela qual vou passar. É o ciclo da vida, e quem sou eu pra contrariar, néam? Bola pra frente que atrás vem gente, vem muita gente!