Foi tão forte, tinha tanta coisa guardada aqui dentro que eu semi-explodi. Desabei água.
E, o pior, na frente de todo mundo. A ponto de formarem uma rodinha ao meu redor.
Que merda! Que mico!
Se arrependimento matasse, eu estaria dura agora.
Falaram até pra eu ir pra casa, mas eu me segurei -como de costume- e cá estou, fingindo.
Tenho muito pra chorar ainda. Parece que a fonte nunca vai secar.
Que grande merda! Que grande merda em inglês!
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Não-sentindo.
Andei pensando. Andei sentindo muito.
Sei que estou com os meus sentimentos mais aflorados devido a TPM.
E é incrível o quanto ela me faz adentrar aos assuntos que eu mais tento não falar, que eu mais deixo IN. Mas foda-se, vamos falar, vamos desabrochar.
Como podemos viver por anos com uma pessoa, compartilhar todos os momentos e quando as coisas parecem desandar, nos tratamos com tamanha indiferença? -E, às vezes, nem nos tratamos-.
Como o orgulho pode tomar conta do sentimento mais puro que podemos sentir, apesar das andanças contra a tempestade?
Eu tenho um sentimento incrível aqui dentro por alguém que eu realmente me importo. Por alguém que me dói de tanta saudade, mas não consigo demonstrar isso. Não consigo esquecer tudo que ouvi, que disse, que foi feito, que fiz.. Não dá pra fingir que nada aconteceu e partir pro abraço, sabe? Eu não consigo fazer cara de paisagem e deixar pra lá. Estaria mentindo, pior, estaria mentindo pra mim. Eu juro que queria não me importar, juro com todas as forças. Mas, por enquanto, é muito maior do que eu. Por enquanto, vou deixar como estar. Quem sabe até quando o 'por enquanto' irá durar. Quem sabe se um dia irá acabar. Por enquanto, eu continuo 'não-sentindo'.
Sei que estou com os meus sentimentos mais aflorados devido a TPM.
E é incrível o quanto ela me faz adentrar aos assuntos que eu mais tento não falar, que eu mais deixo IN. Mas foda-se, vamos falar, vamos desabrochar.
Como podemos viver por anos com uma pessoa, compartilhar todos os momentos e quando as coisas parecem desandar, nos tratamos com tamanha indiferença? -E, às vezes, nem nos tratamos-.
Como o orgulho pode tomar conta do sentimento mais puro que podemos sentir, apesar das andanças contra a tempestade?
Eu tenho um sentimento incrível aqui dentro por alguém que eu realmente me importo. Por alguém que me dói de tanta saudade, mas não consigo demonstrar isso. Não consigo esquecer tudo que ouvi, que disse, que foi feito, que fiz.. Não dá pra fingir que nada aconteceu e partir pro abraço, sabe? Eu não consigo fazer cara de paisagem e deixar pra lá. Estaria mentindo, pior, estaria mentindo pra mim. Eu juro que queria não me importar, juro com todas as forças. Mas, por enquanto, é muito maior do que eu. Por enquanto, vou deixar como estar. Quem sabe até quando o 'por enquanto' irá durar. Quem sabe se um dia irá acabar. Por enquanto, eu continuo 'não-sentindo'.
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terça-feira, 26 de junho de 2012
CA-RA-CA!
Foi exatamente isso que eu falei, depois de reler meu blog inteiro: "CA-RA-CA!". Como eu amadureci. Em lembrar que aos 13, eu me achava "a sabida". Graças a Deus, já vivi e aprendi muito, mas ainda não fiz metade do que desejo. Já acertei e errei bastante também, e descobri que errar me mata por dentro e que errar com quem eu amo, me faz em pedacinhos. O tanto que eu me cobro por tal, é assustador. Chego a me ferir. E não venha você me dizer que errar faz parte, pra mim, não devia fazer. Não deve. Diante de tais declarações, digo-lhes que sonhei com o meu blog e estou ensaiando uma volta. Só ensaiando mesmo. Se a preguiça e o tempo permitirem -sou empreguete agora, longa história-, retornarei aos braços de vocês. Digo-lhes mais, andei com umas idéias de escrever histórias, um serial killer principalmente, mas, por enquanto, são só idéias mesmo. Finalizo com a lembrança de como é bom escrever. Saudade disso aqui e do que sinto, quando exteriorizo 1/3 desse turbilhão de coisas que me compõem.
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